Introdução
O mundo em que vivemos, é torneado de inúmeras divisões e separar cada grupo de pessoas, ainda que somos teoricamente “todos iguais”, é um divisor de águas na estrutura organizacional do Planeta Terra. E de uma certa forma, podemos dizer que para cumprir os objetivos da lei, em que somos tachados de “todos iguais”, as divisões são indispensáveis.
As gerações tecnológicas nada mais são do que essas divisões, através de datas de nascimentos, origem, características, exemplos de um padrão de personalidades e outros requisitos que separam esses grupos de pessoas do mundo em que vivemos.
Baby Boomers
Definimos Baby Boomer, como as crianças que nasceram no período de uma explosão populacional. Vale ressaltar que Baby Boom se traduzido para o português, significa explosão de bebês, o que reafirma a definição anterior. Portanto, quando definimos uma geração como Baby Boomer é primordial definir a que grupo de Baby Boomers ou explosão populacional, estamos nos referindo. De uma forma geral, a definição mais comum dos Baby Boomers, se refere aos filhos da Segunda Guerra Mundial, pois durante a mesma ocorreu a tal explosão populacional.
O impacto sócial e econômico de qualquer evento denominado de "baby boom" é assunto de muita discussão e controvérsia, para aqueles que estudam a demografia socio-econômica pois gera uma alteração visível e complexa na composição da pirâmide etária populacional (as medidas de idade da população), com consequências na organização das cidades, no mercado de trabalho e na população economicamente ativa.
Falando de uma forma mais sucinta, são aqueles que nasceram no final da década de 40, os nascidos entre 1946 e 1964. (sic) Acadêmicos justificam o fato, explicando que o ser humano tem uma característica de aumentar a reprodução quando se sente ameaçado ou em perigo por determinados períodos, que foi o caso da Segunda Grande Guerra. Eles são divididos em dois grupos: os que nasceram de 1946 a 1954 são os primeiros, e os nascidos de 1955 a 1964 são os posteriores.
Utilizando de algumas pesquisas podemos perceber que os pertencentes a essa geração, têm algumas características singulares. São elas: renda mais consolidada, prefere produtos de alta qualidade, prefere qualidade a quantidade, experiências passadas servem de exemplo para consumo futuro, não se influenciam facilmente por outras pessoas, não vê o preço como obstáculo para mirar um desejo e é firme e maduro nas decisões que toma.
Em 1992, Bill Clinton (que nasceu em 1946), tornou-se o primeiro presidente Baby Boomer dos Estados Unidos. Oito anos após, também tivemos o segundo presidente Baby Boomer do país, George W. Bush (nascido também em 1946). (sic) Como hoje não estamos vivendo num mundo exclusivo dos Baby Boomers, pode-se dizer que a geração Baby Boomer, tendo passado sua juventude lutando contra o poder e exigindo mudanças, se tornou a força dominante no cenário político.
Geração X
Os pertencentes a essa geração nasceram, aproximadamente, entre os anos de 1960 e 1980. Sinteticamente são os filhos da Geração Baby Boomers, construída logo após a Segunda Guerra Mundial, e também considerados pais da Geração Y.
Houve tentativas anteriores de se utilizar o termo Geração X, entretanto, a definição que a refere teve início na década de 60 através de um estudo realizado por Jane Deverson. O intuito desse ato era classificar a geração de adolescentes da época, que eram tachados de muito rebeldes para os padrões de vida daquela época. (sic) A literatura cita comportamentos não usuais para a época, como “não acreditar tanto em Deus”, ou fazer sexo antes do casamento.
Eles também têm as suas características de uma forma geral. São elas: buscar a individualidade sem perder o conceito de grupo, escolhe coisas de qualidade, certa ruptura com a geração anterior, maior estima ao ser do sexo oposto, buscam sua liberdade e seus direitos, e tem menor respeito pela família que outras gerações.
O termo que denomina essa geração foi criado pelo fotógrafo da Magnum, Robert Capa, em 1950. Ele usaria mais tarde como título de um ensaio fotográfico sobre homens e mulheres jovens que cresceram imediatamente após a Segunda Guerra Mundial. Escrevendo a sua real intenção, ele disse: “Nós nomeamos esta geração desconhecida como Geração X e, mesmo em nosso primeiro entusiasmo, percebemos que tínhamos algo muito maior do que os nossos talentos e bolsos poderiam lidar”.
Geração Y
É importante citar que, diferente do que é imaginada, essa geração não é uma legião de adolescentes, e sim a um determinado grupo, nascido entre os anos de 1980 e 2000. Basicamente, os filhos da Geração X e netos dos Baby Boomers. Pelo fato de ser uma geração nova de uma certa forma, não há um conceito claro sobre as características desse grupo, tirando o fato que eles nasceram num mundo num processo de transformação de uma gigantesca rede global. (sic) A Internet, emails, redes de relacionamento, recursos digitais, fizeram com que a geração Y fizesse milhares de amigos ao redor do mundo, sem ao menos terem saído da frente de seus computadores. Outra característica associada a essa geração é a mobilidade nos diversos meios de comunicação.
Não há um consenso, entre as pessoas que estudam esse grupo, sobre data de início e de fim, das delimitações de tempo. Alguns delimitam a alguns anos atrás margeando os anos 70, outros dizem que a geração Y se mantém até 2010 e assim vai. Visivelmente, apesar desses pesares, são os novos hábitos voltados à comunicação e os meios de conseguir a informação de uma que essa geração provenha à mudança do milênio.
(sic) A definição foi criada pelo Advertising Age. Uma revista de publicidade e propaganda Norte Americana, que definiu, em 1993, os hábitos de consumo dos adolescentes da época. Como eram denominados filhos dos pertencentes a Geração X, achou-se mais lógico chamar esta nova geração pela próxima letra do Alfabeto.
Geração M
Vivemos na era da informação e essa imagem tem ficado cada dia, mais clara nos últimos anos. Estamos falando de um novo grupo nascido e/ou criada junto com a internet, onde o processo de leitura não tem linearidade. São pessoas, geralmente na faixa de 20 a 30 anos, que se desdobram em várias tarefas, como: conversar com mais de uma pessoa por um mensageiro instantâneo, ouvindo música em algum aparelho, assistindo TV, esperando qualquer tipo de ligação em seu celular (que tem todas essas funções anteriores), tudo isso simultaneamente à tentativa de estudar ou trabalhar
Falando de um modo mais sintético e claro, descrevemos essas diversas ações pra demonstrar a real velocidade do mundo que vivemos. Eles se multiplicam em dois, três ou até mais, para acompanhar o ritmo em que o mundo se encontra, em suma, multiplicam suas atenções. Com inúmeras nomeações a algumas gerações relacionadas as coisas que citamos, que só fazem multiplicar as atenções desses pertencentes, coube de uma forma mais rápida de chamar todos eles de (sic) Geração M (os multiatarefados, os multiconectados, os multiestimulados e os multi-informados)
Concentração e reflexão exigem de cada pessoa um trabalho intelectual, e é essa paciência que a geração M não tem. Essas pessoas absorvem informação de forma mais clara e objetiva, e ressaltando também que esses conteúdos têm a capacidade de se tornarem seletivos. Hoje, existem poucos estudos publicados sobre essa geração. O mais conhecido deles foi realizado pela fundação norte-americana Kaiser Family em 2005. Porém, ainda é precoce afirmar que essa forma de aprendizagem acentuadamente simultânea é realmente eficaz. Muitas pessoas criticam que os jovens de hoje em dia estão cada dia mais entocados em seus mundinhos particulares rodeados por tantas maravilhas tecnológicas. Já espetacular em conhecer e acompanhar o mundo frenético que nos rodeia.
E falamos que é completamente normal, que as gerações mais velhas não consigam acompanhar esse dinamismo ou encarem tudo isso com uma determinada estranheza. (sic) Mas o que no início é visto como “coisa de adolescente” logo acaba fazendo parte do cotidiano de qualquer pessoa.
Conclusão
Já descrevemos o conceito do que são essas “gerações tecnológicas”, importantes no mundo de hoje. Apesar de importantes, não podemos deixar de separar o joio do trigo, vendo os prós e os contras dessas gerações tecnológicas.
Um dos pontos positivos é o fim do preconceito com as pessoas, pois essa separação, caracterizada por idades, e mostradora de alguns tipos de personalidades, que poem fim no “ah, ele não faz isso, é todo atrasado”, ou “ele é avançado demais, não liga para as coisas que realmente importam”.
MUITO, BOM..!!!!
ResponderExcluirSÓ FALTOU A GERAÇÃO Z.
TAÍS COSTA